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    Fico assim sem você…

    [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=PGX3Xz-T3TQ&feature=fvst] Avião sem asa, Fogueira sem brasa, Sou eu assim, sem você Futebol sem bola, Piu-piu sem Frajola, Sou eu assim, sem você… Porque é que tem que ser assim? Se o meu desejo não tem fim Eu te quero a todo instante Nem mil auto-falantes Vão poder falar por mim… Amor sem beijinho, Buchecha sem Claudinho, Sou eu assim sem você Circo sem palhaço, Namoro sem abraço, Sou eu assim sem você… Tô louco prá te ver chegar Tô louco prá te ter nas mãos Deitar no teu abraço Retomar o pedaço Que falta no meu coração… Eu não existo longe de você E a solidão é o meu…

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    Pais e Filhos

    Estátuas e cofres E paredes pintadas Ninguém sabe O que aconteceu… Ela se jogou da janela Do quinto andar Nada é fácil de entender… Dorme agora Uuummhum! É só o vento Lá fora… Quero colo! Vou fugir de casa! Posso dormir aqui com vocês Estou com medo, tive um pesadelo Só vou voltar depois das três… Meu filho vai ter Nome de santo Uummhum! Quero o nome mais bonito… É preciso amar as pessoas Como se não houvesse amanhã Por que se você parar Pra pensar Na verdade não há… Me diz, por que que o céu é azul Explica a grande fúria do mundo São meus filhos Que tomam…

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    Só mesmo uma mãe…

    Minha pequena e sincera homenagem a essa mulher tão especial em nossas vidas, nossa mãe, reproduzindo uma imagem marcante protagonizada pela costureira Maria Jerônima Campos, 36 anos à época, que não pensou duas vezes e se atirou num reservatório com 4 m de profundidade para salvar seu filho Gabriel, de apenas 7 anos de idade. Isso ocorreu no dia 22 de janeiro de 2007 na cidade de Franca, distante 400 km de São Paulo. Importante citar: ela tinha pavor à água, porque simplesmente não sabia nadar.

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    Caso Isabella (crônica)

    Culpados ou inocentados – vejam que não digo inocentes – há algumas horas do veredicto, o casal Nardoni carregará na alma a marca da culpa. Culpa de terem matado ou de terem deixado matar uma inocente, culpa de serem irresponsáveis  a ponto de serem pais de duas outras crianças inocentes, que ficarão sem os pais e por fim, culpa de, se inocentados forem, nunca mais poderem ser vistos como pessoas dignas, humanas e confiáveis. Para sempre culpados!

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    A família faliu? (crônica)

    Faz tempo. A família se reunia ao redor da mesa de jantar, o pai sempre sentava numa das cabeceiras e os filhos homens, claro, não podiam sentar sem camisa. A mãe servia os pratos dos menores, que aguardavam pacientes e ansiosos cada colher de feijão e arroz que caia no prato. Não se podia levantar da mesa sem pedir licença e lavar as mãos antes das refeições era regra e não exceção. Quando eu era um garoto, ouvia falar da palavra saudosismo e me soava estranho as histórias dos mais velhos. Eles falavam para mim de um tempo tão distante e de costumes tão arcaicos, que pareciam-me peças vivas saídas de um…

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    Os pais nunca morrem (crônica)

    Ele era simples, sempre direto. Tinha suas regras e nós a seguíamos, compulsoriamente. Era um homem de palavra e fazia questão de honrá-la. Era amigo dos amigos, mas ajudava quem não conhecia. Era racional com doses cavalares de sentimentalismo; era contraditório. Era exagerado, porque bebeu em demasia e fumou desregradamente. Abandonou ambos os vícios, mas morreu por causa deles. Hoje, faz 20 anos e hoje é 20 de março. Eu não pude receber de suas mãos meu diploma de administrador de empresas, mas ele me viu sendo o orador da turma de química, 10 anos antes de nos deixar. Só conheceu meu primogênito e não carregou meus outros quatro filhos. Deixou-me de presente o seu nome, seus valores…

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    Festas de Largo ou Iemanjá…ERA.

    A Bahia é uma terra muito festeira. O ciclo de festa populares começa dia 4 de dezembro, dia dedicado a Santa Bárbara para os católicos ou Iansã para quem gosta de bater uns tambores no Candomblé. Dizem - notadamente os não baianos, que a última festa termina no dia 3 de dezembro do ano seguinte. Quando garoto, a minha festa preferida era o dia 2 de fevereiro, Dia de Iemanjá (veja vídeo). Adorava ver a saída dos inúmeros barcos de pescadores em direção ao mar levando presentes e flores para a Rainha das Águas, na maior manifestação pública do candomblé. O povo participava ativamente e entoava cânticos em louvor a…